A biópsia de linfonodos do pescoço é a única forma de se diagnosticar um LINFOMA, por exemplo. Esses linfomas são neoplasias malignas (crescimento tumoral das células) e são originados nos gânglios (linfonodos) – pequenas glândulas que possuem papel importante no combate de infecções.
No entanto, quando há algum tipo de inflamação ou infecção nas proximidades do pescoço (feridas, espinhas, picadas, inflamação na garganta e ouvidos, por exemplo), essas glândulas podem aumentar de tamanho e isso precisa ser investigado por um médico especialista. Na maioria das vezes, é constatado que a causa do problema é uma doença não grave e de resolução espontânea.
Contudo, em raras ocasiões, os linfonodos podem aumentar de tamanho por causa de um câncer. Portanto, caso os sintomas persistirem, a biópsia de linfonodos do pescoço deve ser realizada para identificar o real problema.
As principais técnicas utilizadas na cabeça e pescoço são:
Esse é o tipo mais comum de biópsia quando há suspeita de linfoma, pois oferece informações suficientes para diagnosticar o tipo exato de linfoma não Hodgkin. Nesta técnica, o médico cirurgião faz uma incisão na pele e remove todo o linfonodo (excisional) ou apenas uma pequena parte (incisional). Caso o gânglio esteja localizado na superfície da pele, o procedimento é simples e pode ser feito sob anestesia local. Porém, se estiver mais profundo, é indicado o uso da anestesia geral.
Na PAAF, o médico utiliza uma agulha fina e uma seringa para aspirar uma pequena quantidade de tecido a partir do linfonodo ou da massa tumoral. Essa técnica é utilizada, principalmente, em casos de nódulo na tireoide sendo o principal método diagnóstico.
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